Notícias

15-11-2019

Crianças do jardim de infância e 1.º ciclo aprendem programação e robótica

Em 30 escolas de Braga, Bragança, Aveiro, Viseu e Setúbal, os alunos partilham a sua atenção entre os lápis de cor e os livros com tabelas e robots.   O projeto “Kids Media Lab” foi lançado em 2015 por Maribel Miranda, professora e investigadora universitária, e tem como objetivo a introdução na aprendizagem das bases da programação e da robótica, de uma forma lúdica.   A investigadora da Universidade do Minho afirmou que no pré-escolar, apesar dos alunos ainda não saberem ler e escrever, existem muitas atividades que podem ser trabalhadas: saber o que é esquerda e direita, saber contar, fazer sequências. Quer nos jardins de infância, quer no 1.º ciclo, os educadores e professores começam primeiro a trabalhar o pensamento computacional e, posteriormente, passam para a programação e robótica. Neste momento, as escolas portugueses já contam com 150 robots e com o programa “ScratchJr” nos tablets utilizados pelos alunos, um programa com uma linguagem de programação para iniciantes, proveniente de uma universidade dos Estados Unidos, que permite, entre muitas outras coisas, inventar jogos interativos.   Brevemente, chegará a Portugal o projeto “Robótica contra o Bullying”. O investigador e autor deste projeto, Stefano Cobello, acredita que a robótica é inclusiva pois os alunos trabalham em conjunto, são obrigados a ajudarem-se mutuamente pelo sucesso da equipa.   Fonte: O Minho
29-07-2019

Ministério da Educação quer mochilas escolares menos pesadas

Quais são as recomendações do ministério?   O Ministério da Educação (ME) lançou uma campanha para aliviar o peso das mochilas escolares. A campanha de sensibilização chamada “Mochila Leve” destina-se a escolas, a alunos e a encarregados de educação, e resulta de dezenas de recomendações que esta quinta-feira ficam disponíveis na plataforma de atribuição de manuais gratuitos (Mega), noticia a agência Lusa.   Entre as muitas recomendações está a proposta de atribuir a mesma sala de aulas a cada turma, de maneira a que as crianças não tenham de passar tanto tempo com a mochila às costas, bem como a promoção do uso de cacifos. Estes conselhos do Ministério da Educação fazem parte de uma recomendação que foi aprovada por unanimidade no Parlamento em 2017, depois de uma petição contra o peso das mochilas escolares reunir mais de 50 mil assinaturas.   A tutela vai propor aos professores que estes passem a planificar as aulas de maneira a saber de antemão quais os manuais a serem usados nos respetivos dias, para evitar que os alunos levem material desnecessário para as escolas. “Promover o uso partilhado dos manuais de forma rotativa, alternando o dia em que diferentes alunos levam os livros para a aula” é também uma das recomendações do Ministério da Educação para os professores e diretores escolares. “O saber não deve pesar” é o slogan da campanha criada pelo ministério, que aposta ainda em recomendações para encarregados de educação: como optar pela compra de mochilas com rodas ou ergonomicamente adequadas e pela aquisição de material escolar leve.   O peso da mochila influencia a saúde dos alunos   A preocupação em torno do peso das mochilas está diretamente ligada a questões de saúde, visto que muito peso às costas pode, segundo uma nota da Direção-Geral de Saúde que também será disponibilizada no site Mega, “provocar lesões degenerativas da coluna que alteram o crescimento do corpo”. O jornal Público recorda que nos agrupamentos de escolas onde foram feitas avaliações tendo em conta as mochilas, concluiu-se que mais de metade dos alunos carregam mochilas cujo peso é superior a 10% do total do corpo.   Fonte: Observador
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